segunda-feira, 22 de março de 2021

Solidão


 Sò as árvores podem vagamente entender

ainda altas postas em nudez de ombros

pelos passos lunares o corpo desviando


tu não ès violência mas o voo quando

nadas de costas pelo vento atè a foz do

tempo ... muda o rumo que a parede

abala ergue a voz com a força do alento

sibilante mata a pálida luz que a um canto estava

em plùmbos castiçal agonizante ...

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Sò  de solidão nos olhos e um mundo de silêncios entre os braços ... no mar os pescadores sem barcos as searas as algas e a louca vontade de...